O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 28/11/2020
Com a Revolução Verde em 1960, a produtividade da produção agrícola aumentou grandemente e o uso de agrotóxicos se tornou uma realidade mundial, e muito presente no Brasil. Contudo, com o intuito de aumentar a produtividade de forma barata, o excesso de agrotóxicos durante a fase de desenvolvimento das plantas acarreta diversos problemas de saúde para a população. À vista disso, o Estado deve supervisionar e mudar a diretrizes de forma a proteger o bem estar da população.
A partir dessa perspectiva, tem-se que a prioridade de aumentar a produtividade e o lucro no meio agrícola ultrapassou a preocupação com a saúde dos consumidores. Sob essa ótica, os agricultores ficam dependentes do uso de agrotóxicos, em vez de procurarem formas mais seguras e sustentáveis de proteger a plantação por serem mais custosas. Portanto, retirar o lucro como prioridade, visando proteger o bem estar da sociedade.
Por conseguinte, a população fica submetida à altas taxas de consumo de veneno por dia. Como resultado, de acordo com o Ministério da Saúde, o número de intoxicação por agrotóxicos supera os 25 mil, sendo que a cada caso notificado, podem haver outras 50 não notificadas. Outrossim, o uso de agrotóxicos aumenta o risco do indivíduo ter câncer, infertilidade, TDAH, doença nos rins, entre outros. Assim sendo, o uso excessivo de produtos fito sanitários acarreta diversos malefícios para a população.
Depreende-se, logo, que o Estado deve interferir de forma a assegurar a saúde dos brasileiros. Para tanto, o Ministério da Saúde deve desenvolver o projeto chamado “Comida limpa”. A partir disso, o Ministério da Saúde fará uma parceria com os três poderes de forma a alterar de forma eficiente o índice de agrotóxicos permitido nos alimentos distribuídos para a sociedade. O conjunto dessa medidas garantirá, por fim, a saúde da população que poderá, ao se alimentar, ter a certeza de estar consumindo um alimento limpo.