O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 12/03/2021
O Brasil, com população superior aos 200 milhões de habitantes, sofre para distribuir os alimentos necessários pelo país, se utilizando de agrotóxicos para agilizar o desenvolvimento e melhorar a durabilidade e aparência deles. É de conhecimento geral o ditado “somos o que comemos”, que em adição ao aumento expressivo desses produtos em latifúndios, desperta uma preocupação quanto à saúde nacional.
O uso de agrotóxicos está diretamente ligado a grandes empresas alimentícias, que podem arcar com esses produtos e maquinários tecnológicos, monopolizando mercado. Dessa forma, o exorbitante lucro é colocado na frente da qualidade de vida da nação, prejudicando os consumidores e os pequenos agricultores, que produzem alimentos orgânicos, entretanto, não conseguem estabelecer um preço atrativo para os clientes. Ainda sim, o Governo brasileiro falha em auxiliar esse grupo, fortalecendo a cultura dos latifúndios e uso de “venenos”.
Contraditoriamente, a “fome de conhecimento” do brasileiro pouco abrange a “fome”, ou seja, desde a infância, os cidadãos não são instigados a conhecer a origem do que ingerem e o quão saudável sua dieta é. Isso gera uma alienação, que reduz a parcela da sociedade que consome comida de pouca qualidade, incluindo a pequena parcela que pode arcar com comida orgânica, ou o “slow food”, a tendência mundial de priorizar pequenos produtores e restaurantes que causam pouco impacto ambiental, até porque, segundo John Knowles " a saúde do ser humano é determinada pelo seu comportamento, sua alimentação e condições do ambiente.
Cabe então, ao Governo, junto a mídia, ensinar as pessoas, desde crianças, a conhecer o que consomem e se suas dietas são saudáveis, alertando sobre os agrotóxicos, por meio de palestras e programas televisivos. Além disso, a quantidade desses produtos deveria ser fiscalizada mais rigorosamente junto ao favorecimento econômico para pequenos produtores deveria ser oferecido por entidades governamentais.