O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 31/08/2021

O Brasil desde seu descobrimento teve seu comercio de produção agricula voltado a exportação, desde a cana de açucar e café, aos grãos hodiernamente. Dessarte, com a intensificação da exploração do solo para plantio o uso dos agrotóxicos estão presentes para que a produção seja optimizada, no entanto, esse benefício em detrimento do uso desses defensores agricolas podem causar sérias consequencias.

É licito salientar primeiramente que o crescimento populacional trouxe uma certa urgencia para produção de alimentos agricolas. Segundo o sociologo Zygmunt Bauman a sociedade atual é pautada no imediatismo. De fato, a questão do uso de cada vez mais agrotoxicos nas plantas tornam-se essenciais diante da necessidade de uma boa produção para atender a demanda populacional nos alimentos de base. Isso, de acordo com a Anvisa, gerou o uso acima da média permitida de agroquimicos em alimentos como alface e batata que são bens  de consumo básico.

Outrossim, o pouco conhecimentos daqueles que trabalham com a aplicação desses produtos sobre seus efeitos a saúde acarreta consequencias graves. De acordo com pesquisar da Unicamp, mais de um milhãos de trabalhados rurais estão intoxicados por agrotoxicos no campo, esse fato se deve principalmente a falha base educacional desses. É fato, que a educação na zona rural é falha o que faz com esse produtores sejam leigos aos risco desses produtos e visem apenas os beneficios financeiros que esses podem trazer a suas produções.

É mister, portanto, que esse problema seja mitigado. Logo, o Ministério da Agricultura, além de garantir a regulamentação do uso de agrotoxicos no campo, introduza nas áreas de produção em massa, como o Centro-Oeste do Brasil, projetos educacionais a cerca dos maleficios do mal manejo e uso excessivo desses agroquimicos nas plantações. Ademais, é necessarios que mais agentes fiscalizadores sejam destinados a essas áreas para garantir que tais produtos estejam sendo usados de acordo com o permitido, já que o imedistismo vigente de consumo não é reversivel.