O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 09/09/2021
Em meados do século xx, em advento da Revolução Verde, inovações tecnológicas na agricultura começavam a ser desenvolvidas como substâncias químicas utilizadas para a contenção de pragas, denominadas como agrotóxicos. Entretanto, sua eficácia comprovada não supri os efeitos adversos do seu uso, que por sua vez, resulta em danos a saúde e contribui para o empobrecimento do solo. Sob esse viés, faz-se mister a reflexão para a mitigar essa mazela.
Mormente, a constituição de 1988 previa a saúde pública como direito do cidadão e dever do Estado. Contudo, a utilização de pesticidas destoa da realidade do direito a saúde, pois, sucede em um maior crescimento de indivíduos acometidos por intoxicação e desenvolvimento de cancêres, que normalmente não são considerados preocupantes pelos latifundiários.
Ademais, o enfraquecimento do solo se torna cada vez maior, visto que o uso constante de pesticidas afeta diretamente a fertilidade do solo, se tornando uma prática viciosa. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) cerca de 539,9 mil toneladas de pesticidas foram usados, tal fato tem como reflexo a depência extrema da agricultura a produtos nocivos como os agrotóxicos.
Em virtude dos fatos mecionados, torna-se piore a resolução desta problemática. O Ministério da agricultura, em conjunto com a ANVISA deve promover a prática ecológica denominada “Controle ecológico” - técnica que atige diretamente as pragas- que através de identificação da praga, ocorre juntamente a do seu predador natural, levando um maior benefício ao consumidor. Com o objetivo de tornar o uso dos agrotóxicos mais absoletos.