O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 23/08/2022

No século XIX, no Brasil, iniciou-se a Revolução Tecno-Científico, da qual trouxe modernização a todas as áreas industriais, desde o cultivo de alimentos até o processamento desses. De maneira análoga a isso, evidencia-se o uso de insumos nas plantações a fim de obter maior aproveitamento do cultivo, o qual, muitas vezes, se torna abrasivo a saúde humana. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: as mudanças transgênicas nos grãos e as alterações na saúde humana.

Em primeira análise, destaca-se as alterações transgênicas nos grãos, das quais desencadeiam problemas ambientais e fisiológicos em alguns animais. Sob essa ótica, segundo pesquisas realizadas pelo instituto IFA, (Instituição Nacional dos Fertilizantes), cerca de 94% da produção de fertilizantes não utilizam energia limpa. Desse modo, é indubitável a adoção de outras ações a fim de substituir modos agressivos de intensificar a produção, como os adubos orgânicos e energia verde, por exemplo.

Além disso, destaca-se as alterações na saúde humana, que se vem desenvolvendo conforme a inovação agrícola. Dessa forma, assim como afirmado por Jean Jacques, renomado sociólogo, a marca de consumo é a redução do ser, para o ter. Portanto, é necessário a revisão do pensamento que o rentável é benefíco a todos, pois tais produtos, assim como já comprovado por inúmeros estudos, acarretam problemas cancerígenos.

Depreende-se, pois, a adoção de medidas que venham amenizar o uso de agrotóxicos em lavouras. Portanto, cabe ao governo federal, Ministério da Agricultura, promover a inserção da Bioagricultura, através de incentivos fiscais, para fins sociais, como o auxílio a saúde humana e a maior qualidade dos alimentos. Somente assim, será possível a instauração de uma agricultura mais limpa e segura.