O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 07/09/2022
Na bandeira brasileira, há a frase “Ordem e Progresso” escrita. Entretanto, ao se analisar a questão do uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo, percebe-se que o problema não é efetivado, ou seja, o país não caminha em ordem e progresso. Logo, é necessária a análise de tal problemática, com ênfase na negligência do Estado e nas limitações da sociedade.
Em primeira análise, evidencia-se a negligência do governo em relação à Constituição Federal de 1988, que garante a legislação e a fiscalização em todos os aspectos relacionados ao armazenamento, comércio, consumo, transporte e uso de agrotóxicos. Sob essa ótica, desde 2008, o Brasil é considerado o maior consumidor de produtos agroquímicos, tendo o maior índice da história de autorização de tais produtos em 2019, segundo o Ministério da Agricultura. Além disso, de acordo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO, 2022), cerca de 75% de alimentos utilizados em seu estudo apresentam agrotóxicos mediana e gravemente tóxicos não autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Assim, o aumento da circulação de fitossanitários comumente conhecidos por seu potencial prejuízo à saúde, bem como a falta de fiscalização prevista em lei, contribui continuamente para a deteriorização da saúde pública, sendo reflexo do descompromisso governamental para com a nação.
Nota-se, outrossim, a persistência da adversidade no que diz respeito às limitações da sociedade, que jamais recebeu educação efetiva e de qualidade, não conhecendo os riscos e consequências do consumo de agrotóxicos em sua alimentação. Dentro dessa lógica Nelson Mandela sempre afirmou em seus discursos que “a educação é a arma mais poderosa a ser usada para mudar o mundo”, aludindo uma perspectiva de evolução social através do bom ensino. Diante do exposto, são necessárias alternativas para conter o problema.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas para amenizar o impasse citado. Para tanto, os interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, devem promover a relevância a respeito do problema, bem como suas causas e consequências, através de vídeos e debates com especialistas na área da saúde e representantes do governo, objet