O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 24/10/2020
São realmente necessários?
Para as vacinas serem lançadas passam por uma série de processos. Os testes que mostram como elas se comportam em um organismo vivo passam hoje por etapas que exigem experimentos em animais, como ratos, porquinho-da-índia, coelhos, entre outros. Felizmente, diversos métodos alternativos têm sido desenvolvidos para mudar essa realidade. Muitos pesquisadores estão procurando maneiras para reduzir o uso de animais em testes e pesquisas.
São realmente necessários? Como são criados estes animais? O que se pode fazer com eles? Em todo o mundo, a questão ética envolvendo a experimentação animal é muito debatida. Por lei, medicamentos devem passar por diversos testes “in vivo”, ou seja, com seres vivos, antes da sua aprovação. Para descobrir se uma droga é segura e eficaz, inicialmente é testada em animais e só depois em humanos. A cada ano mais de 100 milhões de animais (incluindo ratos, sapos, cães, gatos, macacos e peixes) são sacrificados em laboratórios pelo mundo para uso em aulas, pesquisas e testes. O levantamento é da organização não governamental Peta (People for the Ethical Treatment of Animals).
Os testes in vivo podem ser mais caros pois há custos para obter, manter e manipular as cobaias e podem ser menos eficientes, pois nem sempre os resultados observados em animais se aplicam ao ser humano. Algumas iniciativas para diminuir os testes em animais podem ser a pele em 3D que tem a composição muito mais próxima da pele humana e pode substituir o uso de animais, principalmente em testes realizados pela indústria de cosméticos.