O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 26/10/2020
Usar ou não usar animais para testes científicos?
Como todos sabem, não é de hoje que animais são usados para testes científicos no Brasil. Há laboratórios legalizados e também há uma parte que não é ou não cumpre com as normas de bem-estar animal, como o “Caso beagles” que ocorreu no interior de São Paulo, onde cãezinhos da raça Beagle foram resgatados de laboratório por ativistas.
Um dos motivos para o uso de animais para testes científicos é saber como a substancia introduzida ira se comportar dentro do corpo de um individuo, se a combinação presente na substancia ira funcionar, analisar quanto tempo leva para reagir, calcular a dose correta e evitar que humanos sejam expostos a substancias potencialmente toxicas e/ou prejudiciais a saúde.
Exitem também remédios e tratamentos que foram criados graças a animais como o caso de um novo método para mordida de cobra, que esta sendo desenvolvido no laboratório de toxinologia do Instituto Oswaldo Cruz, que trabalham na produção de inibidores de toxinas ofídicas originalmente isolados do sangue do gambá sul-americano (Didelphis marsupialis), que é a DM43 e DM64, mostrando-se mais eficientes até que os soros antiofídicos utilizados normalmente, e a utilização da pele do peixe tilápia (Oreochromis niloticus) para queimaduras, especialmente para a de segundo e terceiro grau.
Com o avanço da tecnologia, cientista desenvolvem métodos cada vez mais eficazes e que não necessitam de animais para descoberta de remédios e vacinas , como o uso de bonecos, simuladores digitais, robôs e até mesmo, “humanos” artificiais criados em laboratórios.