O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 26/10/2020

É de conhecimento geral que animais foram usados em inúmeras batalhas ao longo da história, inclusive em testes para detonação de explosivos. Embora consideradas brutais por ativistas, recursos semelhantes continuam até os dias na atualidade, destacando-se sobretudo os experimentos em cobaias animais. Estes geram intensa discórdia, pois podem configurar um descrição de tortura, violando a Lei dos Crimes Ambientais.

O uso de animais pode ser sim desumano, visto que nem todas as pessoas respeitam os próprios, como algo tão importante quanto o próprio ser humano, diversos animais sofrem maus tratos e passam por situações de extrema ignorância humana e necessidades básicas dos seres vivo. Todavia, graça a tais experiências tivemos grandes avanços e conquistas, que não seriam possíveis sem o utilização de animais nos estudos de medicamentos, vacinações e inclusive em procedimentos cirúrgicos.

Inclusive é preciso ressaltar que a realização de experiências científicas em animais coloca em questão a ética humana, uma vez que perpetua a crueldade. Segundo os pesquisadores William Russel e Rex Burch, os quais criaram os princípios de substituição de animais em pesquisas, o sistema nervoso do grupo em questão é similar ao humano. Isso significa que, durante os experimentos, os bichos utilizados sentem dor extrema e, ainda assim, o procedimento é ininterrompido. Essa realidade é mostrada no documentário canadense “MTD”, que transmite cenas de diversos animais, em laboratórios reais, exprimindo dor intensa durante os testes.

Diante do exposto, fica claro que a utilização de bestas em pesquisas científicas no país é um problema e, por isso, deve ser desestimulada e coibida. Além do mais, o Poder Legislativo, como resposável pelas leis, deve negar as pesquisas em animais e estabelecer multas para os laboratórios que não cumprirem essa norma, com a finalidade de proteger os animais e diminuir a crueldade.