O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 26/10/2020

“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. O trecho do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade se faz válido no contexto atual, uma vez que o uso de animais em experimentos representa uma pedra no meio do caminho das inovações científicas. Ele é feito, geralmente, para que os humanos sejam poupados de possíveis danos, porém, essa consequência se dá aos bichos.

Em primeiro plano é correto afirmar que algumas empresas usam animais como cobaias para testes e se houver erros, aqueles que sofrem com esses, considerando o fato de que ela é racional, isto é, não quer, prejudicar a si mesma nesse quesito. Os animais não têm uma capacidade cognitiva de fala, como por exemplo um macaco, ele foi levado a força para testar maquiagem ou outros produtos e isso é desumano, o animal pode perder sua vida por causa de toxinas dependendo do que testam neles.

Em segundo plano, precisaria existir mais leis e fiscalização desses animais que são usados como teste, deveria existir apenas animais específicos para teste e ser usado só na área da medicina, os animais que fazem parte da maioria das pesquisas laboratoriais são: os camundongos (Mus musculus, Swiss Webster), ratos (Rattus norvegicus - Wistar) e hamsters (Mesocricetus auratus) e ou o uso de seres humanos também.

Contudo, podemos concluir que é justo que haja avanço nos variados na área da ciência, porém sem que outros seres vivos sejam afetados de forma maléfica. Então, como foi dito acima, por meio de surgimento de leis para impedir que certos animais participem de experimentos. Além disso a população deve cobrar isso, por meio de campanhas nas ruas e na internet a fim de que o governo cumpra sua parte. Desse modo, a pedra será eliminada, assim como o egoísmo dos homens, que visam à evolução.