O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 25/10/2020

É de conhecimento público que animais foram usados em diversas guerras ao longo da história, inclusive em testes para desarmamento de bombas. Embora considerado brutais por ativistas, práticas semelhantes penduram até os dias de hoje, destacando-se sobretudo os experimentos em animais.

De qualquer forma, é importante destacar que grandes descobertas científicas envolvem o uso de animais, a cada medicamento ou vacina à disposição para uso do homem é testado previamente nesses seres. Dessa forma, além de conseguir prever reações ou não em humanos, os cientistas já conseguiram desenvolver tratamentos e curas para diversas doenças através desses testes, como nos anos 90 em que foram descobertos os novos remédios para a leucemia e os linfomas: os anticorpos monoclonais, esses foram desenvolvidos graças à investigação em ratos.

Entretanto, o avanço tecnológico pode ajudar encontrar métodos complementares e até mesmo a redução de número de animais em propósitos científicos. Por exemplo, experimentos por meio de simulações computacionais e testes em pele produzida em laboratório, que pode promover resultados relevantes, efetivos para melhoria da saúde humana e proporcionar a minimização do possível sofrimento ou dor. Uma dualidade respeitada mediante ao senso entre o bem-estar animal e o desenvolvimento científico no país.

Portanto, ativistas e cientistas devem buscar juntos por uma sociedade melhor e desenvolvida. Sendo assim, promover a fiscalização e a ampliação da punição para o uso inadequado de animais no ensino e na pesquisa, como multas e até suspensão de atividades para aqueles que desrespeitar a Lei Arouca, Lei número 11.794/2008. Assim, a legislação, em conjunto, orienta e garante o bem-estar dos animais.