O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 26/10/2020
Com o decorrer do tempo, o ser humano demonstra sua evolução com os avanços tecnológicos e, principalmente, medicinais e científicos de forma eficiente. Contudo, o uso de animais irracionais para testes científicos ainda é muito comum no Brasil, mesmo com tecnologias que são independentes e não necessitam dessa prática. Nessa perspectiva, é necessário compreender que para praticar testes de produtos é possível usar testes em vitro e expor o fato de que que 90% dos testes em animais são descartados. Infelizmente, esse cenário se perpetua na sociedade científica e necessita urgentemente de mudanças.
Em primeiro plano, pode-se destacar que não é necessário o uso de animais para testes em produtos aplicáveis em humanos, levando em conta a tecnologia in vitro, que cria tecidos artificiais muito semelhantes a pele humana. Essa prática foi desenvolvida por estudantes da Universidade de Medicina Veterinária da Hannover, que logo depois fecharam parcerias com a empresa de cosméticos L’Oréal, justamente para findar os testes em animais.
Em segundo plano, nota-se que 90% dos testes científicos feitos em animais são descartados, pois resultam em produtos inaplicáveis no ser humano. Logo, pode-se concluir que essa prática cruel aos animais são, em sua maioria, em vão, pois os testes em diferentes animais não condizem com organismo humano.
Portanto, conclui-se que o debate a cerca do uso de animais irracionais em testes científicos é dispensável, visando os dados de conclusão dos testes e a disposição de novas tecnologias para a substituição dessa prática. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente em auxílio ao Ministério da saúde promoverem ações que acabam com tal ato no Brasil contemporâneo, como a criação de leis e fiscalização de laboratórios. Apenas dessa forma, pode-se caminhar para obter um país que seja livre de crueldade aos animais que o habitam.