O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 24/10/2020

Na obra “Mona Lisa”, o artista Leonardo da Vinci retrata a necessidade de um equilíbrio entre o homem e a natureza. Porém, no Brasil contemporâneo, fica claro que esse equilíbrio é irreal, pois animais têm sido usados ​​em pesquisas e testes científicos, e esses animais não trouxeram resultados óbvios, nem promoveram uma cultura cruel. Na verdade, é necessário tomar medidas para prevenir tal comportamento.

Em primeiro lugar, é necessário destacar que os testes em animais não são eficientes. De acordo com o PEA (Projeto Esperança para Animais), a pesquisa científica em animais não é segura devido às enormes diferenças biológicas entre animais e humanos que usam os produtos testados. Estar imerso nessa lógica pode apontar que esse teste é impreciso e inseguro e, portanto, não deve ser feito no país. Essa situação é descrita na série “Doctor’s House” .Quando o protagonista de mesmo nome usa uma terapia inovadora e eficaz em camundongos, ela provoca diversos tumores em seu corpo. Portanto, não há dúvida de que os testes em animais são ineficazes, portanto, não há razão para realizá-los.

Em segundo lugar, deve-se enfatizar que os experimentos científicos em animais farão com que as pessoas questionem a moralidade humana, porque será cruel e cruel. Segundo a pesquisa dos pesquisadores William Russel e Rex Burch, eles propõem o princípio da substituição dos animais em suas pesquisas. O sistema nervoso do grupo é semelhante ao dos humanos. Isso significa que durante o experimento os animais utilizados sentirão muitas dores e, mesmo assim, o processo operatório não será interrompido. O documentário canadense “MTD” mostra essa realidade, que mostra cenas de diferentes animais em um laboratório real, que mostraram dores intensas durante o teste. Portanto, não há dúvida de que, ao continuar a praticar tais ações, a sociedade enfraquece seus princípios morais e apoia a barbárie. Diante do exposto, fica claro que o uso de animais em pesquisas científicas no país é um problema e, portanto, deve ser desencorajado e restringido. Portanto, cabe ao Governo Federal, como órgão regulador da sociedade, realizar campanhas de conscientização da sociedade sobre a ineficácia de produtos testados em animais, por meio de redes virtuais e televisivas, a fim de diminuir o uso desses e enfraquecer empresas que realizam tais procedimentos. Ademais, o Poder Legislativo, como responsável pelas leis, deve proibir as pesquisas em animais e estabelecer multas para os laboratórios que não cumprirem essa norma, com a finalidade de proteger os animais e diminuir a crueldade. Feito isso, o equilíbrio buscado por Da Vinci poderá ser conquistado.