O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 24/10/2020
O uso de cobaias animais em pesquisas e testes científicos promove debates em escala global, com pessoas que se opõem ao seu uso, alegam que a espécie está sofrendo, e aqueles que a apoiam, alegam que, graças aos vários avanços que alcançaram na saúde humana e animal, uso de cobaias vivas em experimentos científicos. No Brasil, os testes em animais obedecem aos chamados A Lei Arouca, que especifica os parâmetros para o uso de cobaias. Portanto, os testes devem ser continuados internamente de forma controlada, seja pela necessidade atual de usar cobaias vivas ou pela falta de investimento em pesquisas para encontrar alternativas ao uso de animais em testes.
Em primeiro plano, os animais se apresentavam como grandes aliados essenciais para a melhoria da saúde ao longo do tempo. Isso porque no desenvolvimento de medicamentos para humanos, antibióticos, além de anti-inflamatórios para animais, foram feitos testes em cobaias para comprovar sua eficácia. Espécies vivas também são utilizadas em testes de pré-uso no primeiro voluntário humano, tentando predizer conhecimento sobre sua toxicidade e até eficácia. Assim, vários avanços na medicina humana e veterinária foram alcançados. Dessa forma, a saúde humana e animal traz benefícios em escala global.
Além disso, no Brasil, os animais continuam sendo usados em testes e pesquisas científicas. Isso ocorre devido à falta de formas alternativas de usá-los. Nesse caso, espécies vivas continuaram a ser usadas em pesquisas e, como resultado, um grande número de animais foi ferido e morto em nome da ciência. Porém, nas últimas décadas, alternativas tecnológicas foram estabelecidas para evitar o uso de mais animais. Um exemplo é o desenvolvimento da insulina, que primeiro foi extraída do pâncreas bovino e depois do pâncreas suíno, que agora pode ser sintetizado sem sacrifício de animais. Portanto, investir nessas descobertas tecnológicas é essencial para substituir o uso de organismos em pesquisas.
Portanto, concluiu-se que os animais passaram a ser essenciais para vários avanços na saúde humana e animal, até que alternativas ao seu uso, como a insulina, sejam encontradas. Por isso, o governo federal, que é o poder executivo da União, deve incentivar com urgência as descobertas, por meio do patrocínio a cientistas e centros de pesquisa no Brasil, para encontrar formas de substituir o uso de animais vivos em testes. Além disso, é imperativo que o próprio governo inspecione instituições de teste em animais, enviando agentes fiscais a esses locais para garantir que o menor número possível de cobaias seja usado. Desta forma, alternativas serão descobertas para acabar com o sofrimento animal necessário.