O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 24/10/2020

No filme de 1968 “Planeta dos Macacos”, o macaco é utilizado como cobaia em experimentos prejudiciais à sua saúde, pois os cientistas pensam apenas no progresso da ciência e também no próprio bem. Hoje, este filme é uma reminiscência da realidade brasileira de maus-tratos aos animais. Infelizmente, não só a vaidade humana, mas também a negligência confirmam a prática condenável de testes em animais no Brasil.

É importante destacar que as empresas cosméticas estão entre as principais usuárias de animais nos testes que realizam experiências com produtos cosméticos. Como consequência, essas criaturas têm sua vitalidade diminuída porque estão expostas a produtos químicos fortes. Como resultado, muitos animais desenvolvem alergias, cegueira e, em muitos casos, morrem. Portanto, é importante notar que submeter as espécies a esses tratamentos é contrário aos postulados de Aristóteles de que a ética está diretamente relacionada à busca do bem comum.

Além disso, o animal é obrigado a passar por experimentos, muitas vezes cruéis e desnecessários, como: a dissecação de animais vivos para pesquisa e estudo. Nesse sentido, deve-se enfatizar que o filósofo francês Émile Durkheim argumentou que a sociedade funciona como um organismo vivo no qual todos têm uma função. Portanto, a comunidade deve aderir à proteção dos animais como um comércio. Dessa forma, o organismo social brasileiro será mais benéfico.

Portanto, conclui-se que os animais não são protegidos no mundo moderno. Para limitar o uso de animais em testes pelas empresas de cosméticos, o Ministério da Educação, por meio do Terceiro Setor, que inclui a iniciativa privada, deve criar organizações sem fins lucrativos que prestem serviços públicos e campanhas para incentivar as pessoas a experimentarem os produtos de outras formas. Além disso, é importante criar páginas nas redes sociais que contenham nomes de empresas que utilizam animais em testes, pois isso alertará o consumidor.   isso, as espécies coexistirão de maneira mais harmoniosa no Brasil.