O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 27/12/2020
O desenvolvimento científico possui grandes momentos marcante, como foi o caso do desenvolvimento de diversas vacinas, em que revolucionaram a prevenção e o tratamento de doenças. No entanto, por trás dessas descobertas está uma cruel e condenável condição, os esperimentos em animais, como em ratos e coelhos, os quais persistem até hoje, envolvendo muitos mitos e motivados por questões de cunho econômico e muitas vezes desnecessárias.
Conforme uma matéria publicada no site da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), alguns cientistas afirmam que os experimentos em animais ainda são indispensáveis. Porém, uma pesquisa da Food and Drug Adiministration (FDA-agência reguladora do Estados Unidos na área de alimentação, cosméticos e medicamentos), 92% dos medicamentos aprovados em testes com animais falham quando aplicados em humanos. Ainda assim, é um método bastante utilizado pelas indústrias.
Segundo uma matéria publicada no Toxicological Sciences, um estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos EUA, concluiu que algoritmos trabalhando sobre uma grande base de dados de substâncias químicas podem ser mais precisos para prever os índices de toxidade de um produto do que testes com animais. Assim, é possível diminuir o abusos que os animais sofrem em laboratórios, e usar o avanço tecnológico em benefício da sociedade.
Portanto, o emprego dos testes em animais deve ser tratado com rigor, por questões técnicas e éticas. Logo, é de extrema importância que o poder legislativo crie leismais rígidas em relação ao uso de testes em animais, exigindo que as empresastenham aparato técnico da informática para testes antes de recorrerem aos animais. Por consequência, se esse -padrão for quebrado, o empresários devem pagar multa com concessão de 20% de seu patrimônio ao poder público. Desse modo, os animais serão melhor respeitados e serão cada vez menos utilizados em experimentações.