O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Segundo o ativista Mahatma Gandhi é possível analisar o progresso do país pela forma como tratam os animais. Infelizmente, o uso de animais em pesquisas científicas no Brasil ainda é muito comum. Evidentemente, a saúde dos seres utilizados é seriamente comprometida, o que não deveria ocorrer, já que existem diversos métodos alternativos.

Segundo o site G1 de notícias, há alguns anos, o instituto de pesquisa “Royal” foi acusado de maltratar cachorros usados em testes de produtos. Atualmente, situações como essa ainda são realidade. Dessa forma, é notório que esse tipo de atitude  gera danos permanentes no contexto mental, em que muitas vezes os animais passam a ter receio de se relacionar com humanos e outros bichos da mesma espécie. E no âmbito físico, que pode comprometer, entre outros fatores, a mobilidade e a forma estrutural do corpo.

O documentário “Maximum tolerated dose” mostra como ocorre o funcionamento de clínicas de testes em bichos. Mesmo com a crueldade das pesquisas sendo mostradas no longa-metragem, é notório que no começo do século 21 foram descobertos métodos alternativos com o intuito de substituir os usados em seres vivos. Assim, podemos citar a utilização de “softwares” computacionais que podem previnir riscos, ajudando na obtenção de dados em testes. Além disso, se destaca o uso de células-tronco, que podem informar possíveis consequências de determinados produtos.

Diante desses fatores, urge a necessidade de medidas que ajudem na resolução do problema. Dessa forma, cabe ao governo direcionar capital com o objetivo de investir em cursos de universidades federais com o foco na análise científica, para que haja o descobrimento e a diminuição no preço de novas formas de teste. Logo, assegurando a melhora de um sistema que ainda apresenta vestígios de crueldade com bichos. Com o propósito de fazer com que a sociedade caminhe ao progresso, assim como Gandhi  mencionou.