O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Progresso sem violência

Desde muito tempo, o Brasil luta contra a violência a animais com postos e sociedades que auxiliam nesta defesa, como a União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), criada na cidade de São Paulo, em 1895. No entanto, devido ao uso de animais em pesquisas e testes científicos, esses seres ainda são vítimas de maus tratos por todo país.

De acordo com o maior portal vegano da América Latina, “Vista-se”, a maioria das empresas de cosméticos brasileiras ainda realizam os testes de seus produtos em animais. Isso prova que a indústria do Brasil ainda é dependente desses testes e os utiliza em larga escala. Devido a isso, muitos animais são feridos e em casos mais graves, mortos.

Além disso, já existem métodos alternativos que podem substituir de maneira eficaz esses testes. Em um encontro realizado na FAPESP em São Paulo, os especialistas participantes discutiram sobre possíveis soluções para esse problema. Algumas das alternativas foram testes in vitro, modelos computacionais e simuladores avançados. De acordo com o especialista americano Thomas Hartung, é preciso avançar por questões éticas e também científicas, incorporando novas tecnologias e abordagens à toxicologia.

A partir do exposto, percebe-se um grave problema dos testes em animais no Brasil. Dessa forma, cabe ao Estado auxiliar na luta contra esses experimentos, por meio de investimentos em pesquisas que possam buscar métodos alternativos. Com isso, é inegável o avanço tecnológico nessa área, contribuindo assim para mais uma conquista no combate à violência animal.