O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
“A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de uma nação “. A afirmação, atribuída ao dramaturgo irlandês Oscar Wilde, pode facilmente ser aplicada ao uso dos animais em pesquisas e testes científicos no Brasil, já que é justamente a falta de incômodo social diante dessa vicissitude que a consolida como um regresso para a nação brasileira. Diante desse cenário, tanto os maus tratos como também a insuficiência da fiscalização corroboram para esta problemática.
Em primeiro plano, os maus tratos que os animais sofrem durante pesquisas e testes científicos é algo extremamente agressivo. Atualmente com o avanço da tecnologia, produtos que antes eram testados em animais, hoje são testados em simulações artificiais. Por exemplo: há anos atrás tatuadores utilizavam peles de porcos para treinar, hoje existem componentes que se misturados, simulam a pele humana. Assim, tatuadores iniciantes podem usá-los para aprender, sem ser prejudicial para a saúde de nenhum animal.
Além disso, a falta de fiscalização em laboratórios é colossal, órgãos como o IBAMA são responsáveis pela fiscalização, porém a fazem muito pouco. Existem clínicas e laboratórios clandestinos que fazem uso de animais, porém os órgãos responsáveis não fazem ideia da existência, e o sofrimento dos animais nesses locais se tornam enormes ferindo a bioética. Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para erradicar o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil. Assim, cabe ao governo federal - órgão regulador da sociedade - realizar campanhas, promovendo a conscientização da sociedade brasileira, por meio das mídias sociais, subindo a hashtag não aos testes em animais. Somente desta maneira a insatisfação citada por Oscar Wilde cessará.