O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

De acordo com a Lei dos Crimes Ambientais, todo e qualquer dano causado aos elementos da fauna, da flora e aos recursos naturais é considerado uma violação dos direitos constitucionais. Dessa forma, o uso de animais em testes científicos no Brasil, possibilita um debate pautado na dúvida da efetividade dessa prática, além de questionar se pode configurar um quadro de tortura, violando o cógido de leis.

É importante ressaltar que, no território brasileiro, é permitida a utilização de animais para fins científicos e educacionais, além de aceitar a circulação de mercadorias cotidianas, em que houve testes em seres vivos. Entretanto, para assegurar a eficácia e qualidade dos produtos, desde cosméticos a remédios, os animais são submetidos a diversos processos cruéis e egoístas, configurando más condições de vida e interferência direta na proteção dos bichos, prevista por lei.

Ainda convém mencionar, que muitos especialistas condenam esses experimentos, debatendo sobre o caráter antiético e ultrapassado desse método. À maneira que, nas últimas décadas, a criação artificial de células e tecidos cresceu consideravelmente, além do uso de simulações em computadores, fato que questiona a necessidade do uso de animais. Muitas instituições abandonaram essa prática, focando em alternativas menos invasivas, demonstrando a possibilidade de trocar um meio cruel por um não prejudicial.

Portanto, é indubitável que o Governo Federal intensifique o controle dos testes em animais, assegurando dignidade e condições positivas de vivência, a partir de punições mais rigorosas para instituições que maltratarem seres vivos. Além disso, é essencial incentivar mais pesquisas em universidades públicas e centros governamentais, com objetivo de descobrir novos métodos de testagem e melhorar os já disponíveis. Assim, será possível respeitar as Leis de Crimes Ambientais e garantir uma convivência harmoniosa entre todas as espécies.