O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Desde os inícios dos avanços de medidas preventivas para doenças, o uso de animais em experimentações foi imprescindível, graças à eles tivemos o desenvolvimento de vacinas indispensáveis, como a da Variola e do HIV. Contudo, atualmente temos uma sociedade científicamente mais desenvolvida, onde o uso de animais em experimentações deixou de ser a melhor alternativa. A lei brasileira número 11.794 instituida em 2008 preve a regulamentação de ações eticamente aceitas nos experimentos, ainda assim, com pessimo monitoramento da CONCEA (Conselho Nacional de Contole de Experimentação Animal) temos casos de abusos, como o do Instituto Royal.
Com o descaso acentuado do governo em investimentos, como o que tivemos no ano de 2017, apenas 1,26% do PIB, foi direcionado para pesquisas, que não só para os padrões globais é baixo, como também para os padrões nacionaionais, tendo em vista que houve um investimento de 1,34% em 2015. Isso implica diretamente no desenvolvimento de medidas mais eficazes nos testes farmacêuticos, alimentícios e científicos. Este fato apresentado nos diz que governo não só tem a possibilidade de desenvolver alternartivas, como ele não esta interessado nesse avanço, além da possibilidade empresas privadas ter uma grande viabilidade no abuso de testes.
A comunidade científica mundial ainda debate muito sobre testes em animais, muitas outras alternativas foram desenvlvidas, como os testes in vitro e testes em pele humana, ainda assim nenhum teste atualmente nos dá uma resposta 100% compatível ao corpo humano. Portanto ainda é responsabilidade da CONCEA na regulamentração de medidas que não viole as leis. Do governo, com não só taxação das empresas privadas, mas com investimentos em pesquisas e uma educação dos consumidores brasileiros em relação à compra de produtos de empresas que pregam essa violência animal. Dado o exposto, é-se levado a acreditar que essas medidas melhorariam o atual cenário.