O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
A utilização de animais para fins científicos, configura uma prática histórica na civilização humana. Como Joseph Priestley, que em um dos seus experimentos com gás carbônico, colocou um rato dentro de uma redoma observando que ele não conseguiu sobreviver por muito tempo. Tal assunto gera muita polêmica na sociedade, tendo em vista o sofrimento dos animais em prol do conhecimento científico.
Em 2008, foi criada a lei Arouca, que regulamentou o uso de animais em experimentos, promovendo fiscalizações e restringindo o que pode ser considerado “atividade de pesquisa” sendo permitido para o desenvolvimento tecnológico e para a produção de medicamentos e vacinas, tendo em vista que muitas vezes animais estavam sendo usados desnecessariamente como cobaias. Apesar de em alguns casos, ainda não haver alternativas, tal prática revela-se cruel e egoísta.
Os avanços na ciência vêm de muitos estudos e experimentos, porém a dúvida de muitos é se o sofrimento e a morte de animais vale pelo conhecimento científico, porém nos últimos anos, cresceram os avanços na criação laboratorial de células e tecidos para este fim, bem como uso de simulações em computadores.
Percebe-se, portanto, que medidas são necessárias para minimizar essa problemática, tais como, o governo intensificar as fiscalizações sobre maus-tratos a animais, com as devidas punições: pena para quem realizar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos, assim diminuindo o uso de animais em pesquisas.