O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

São diversas os motivos do uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil, como a semelhança do seu organismo com o dos seres humanos, bem como, para entender as dosagens necessárias para a eficácia de novos medicamentos. Porém, faz-se essencial que os profissionais que executam esses testes realizem dentro das normas e exigências da Anvisa.

Inicialmente, verifica-se que um dos motivos do uso de animais em pesquisas é o fato de serem um ser vivo em que possui tecidos, sistemas e um funcionamento próximo do que é com os seres humanos. Assim, cientistas e profissionais da área de saúde obter visualizar, por meio do teste em animais, se tal medicamento efetivo ou não em seres humanos. Além de ter uma validação sobre a segurança de novos medicamentos e medicamentos, como exemplo, as vacinas, os soros e os mais diversos remédios disponíveis nas farmácias e drogarias. Vale ressaltar, ainda, que Gregor Mendel, considerado o pai da genética, no ano de 1856, realizou vários testes em animais, que foram fundamentais para a compreensão da genética.

Outrossim, os testes científicos em animais se dá, também, devido à tentativa de entender as dosagens de novos medicamentos em seres humanos. Visto que, nos experimentos in vitro não obtem-se, em certo, as quantidades necessárias para a eficácia de uma medicação. Desse modo, fica claro os motivos e importâncias do uso de animais em testes científicos no Brasil.

É de suma necessidade, portanto, que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações verifique se os laboratórios estão trabalhando de acordo com as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Por meio de dados que comprovem que os animais não estão sendo maltrados e deem uma recompensa para os cientistas como forma de incentivo a seguir as exigências do órgão. Para que assim, a ciência continue evoluindo e gere o mínimo de mau trato para os animais, pois é sabido que nas pesquisas para fins científicos em animais sempre há, ao menos, a privação de sua liberdade.