O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
A Vida de um Ser
Em testes e pesquisas científicas, animais são usados para o entendimento dos efeitos de algum medicamento, produto, vacina em um organismo. Esses testes podem causar muitos danos ou até morte aos animais, mas mesmo assim, eles são utilizados antes de algum produto ser aprovado para seres humanos.
A sensibilidade dos animais é similiar à humana quando se trata de dor, memória, angústia e instinto de sobrevivencia. Então embora ciêntistas tiveram muitas descobertas por causa desses testes com animais, como com, porquinhos-da-índia, coelhos, macacos, camundongos, a maioria acaba sendo sacrificado após o estudo.
Felizmente, em 2008, foi aprovada a Lei Arouca, uma lei nacional que define parâmetros para o uso de animais, assim, todo o projeto de pesquisa precisa ser enviado a um comitê de ética para aprovação de seu uso. No mesmo ano, foir criado o Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), que fez com que tivessem regras claras sobre a criação, manutenção ou uso de animais, para serem de forma ética.
Assim, para uma grande diminuição e talvez o não uso de animais em testes algum dia, os ciêntistas poderiam realizar somente testes em vitro, quando ocorre o cultivo de céculas, que formam tecidos e os órgãos de um organismos. Como exemplo para esse teste temos a nitazoxanida, um tipo de tratamento que mostrou o bloqueamento da produção de novas cópias do coronavírus quando infectado nas células cultivadas no laboratório. Desse modo, não precisariamos mais de animais como cobaias e poderiamos fazer pesquisas e testes somente por células criadas em laboratórios, assim, com o avanço da técnologia, algum dia até poderiamos cultivar órgãos com essas células e aumentar os testes sem precisar da ajuda de outros seres.