O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Os animais passaram a fazer parte das pesquisas humanas desde a Grécia antiga, em 460 a.C.- 370 a.C., através dos estudos de Hipócrates, ou comumente chamado, Pai da medicina. Entretando, só no século XVI que a utilização dos animais voltaram a fazer parte do repertório de ações de fisiologistas para entender os funcionamentos do corpo, e assim é feito até os dias de hoje, sendo, geralmente, utilizados ratos, coelhos, macacos, cães e até porquinhos da índia. Deixando assim, um cenário que para muitos é desumano e para outros é a resposta da ciência.
À medida que se polariza a ideia de ser contra a utilização de animais em experimentos científicosno Brasil, mais métodos alternativos estão sendo criados para a redução do uso desses seres vivos, e sendo substituídos pela cultura de células e tecidos, que segundo o site “bio em foco”, está sendo positivo para a saúde humana. Atráves do método in vitro, que simula uma pele falsa e parecida com a humana, é possível extrair bons resultados, já que o controle do experimento é maior e mais fácil. Embora, o in vitro possui algumas limitações, como por exemplo, ele ainda não consegue reproduzir toda a funcionalidade de uma pele humana viva, ele é uma das melhores opções para a não utilização de bichos irracionais em experimentos.
Porém, há o outro lado da visão, sendo guiado por aqueles que afirmam na importância e na necessidade de usar os animais a fim de obter respostas na ciência do Brasil, justamente por conta dos genomas dos camundangos, macacos e etc possuírem basicamente os mesmos genes que os humanos. E como exemplo de que um ser humano é parecido com um cobaia de laboratório, os camundongos compartilham cerca de 99% do mesmo DNA, segundo Eric Lander, diretor do Centro de Pesquisas de Genomas do Institudo Whitehead, em Cambridge, Massachusetts. Porém, nesse conceito todo de abusar da vida do ser irracional para o beneficiamento da população, muito mal se é causado e muita vida é perdida no caminho daqueles bichos que nem sabem o porquê de estarem sofrendo aquilo.
Portanto, os laboratórios de ciência e as indústrias farmacêuticas devem explorar mais os métodos alternativos no Brasil para diminuir esse uso. Sendo assim, substituindo os animais por peles 3d, técnicas in vitro, olhar mais pelo princípio dos 3Rs (redução, refinamento e substituição), no cultivo celular etc… E assim, deixando de matar esses animais irracionais.