O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
O advento das mídias sociais possibilitou um avanço dos meios de comunicação e maior acesso à informação. No entantanto, ao se tratar de obstáculo social, o sociólogo Zygmunt Bauman, discorre sobre a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas, na qual são caracterizadas pela modernidade líquida presente no século XX, principalmente no que diz respeito ao uso de animais em pesquisas científicas no Brasil. Tendo em vista a negligência do programa de vigilância sanitária e falta de interesse público. Diante disso, torna-se indispensável a discussão acerca da problemática.
Em primeiro plano, a ineficiência da Anvisa- Agência de Vigilância Sanitária em executar processos que evitam e diminuem o uso de animais em testes químicos, restringem aos combates iniciais de reconhecimento de maus tratos. Seja pelo impasse admistrativo em um território de tamanha dimensão, seja pela falta de conveniência em promover o progresso ambiental e tecnológico, em evidência, empresas que usam a “lista negra” para ocultarem métodos cruéis, resultado revela pelo site g1.globo.com, facilitando assim, argumentos consistentes da dimensão da constrariedade.
Ademais, a aceitação e falta de relevância em informações verídicas sobre o tema, provém de um ensino ineficaz, pela carência de imposição ao exigir rótulos que garantam a transparência da instituição. No livro, “Domínio: O poder do ser humano, o sofrimento dos animais e um pedido de misericórdia”, do autor Matthew Scully, retrata de modo explícito através de uma reportagem, o vínculo entre seres humanos e animais em uma sociedade movida por capital financeiro. Além disso, expõe realidades mórbidas em fazendas, indústrias, caças e conferências. Dessa forma, a ampliação do aprofundamento sobre, é imperativa para alertar uma maior conscientização.
Portanto, é inequívoco que o uso de aniamis em testes é um assunto vasto no Brasil. À vista disso, é impreterível que haja reformas governamentais a favor do tratamento ético para com os animais, a fim de tornar possível a transparência quanto ao consumidor e facilidade de compreensão da gravidade, por meio de Diretrizes Orçamentárias. Nessa situação, o âmbito social brasileiro terá maior contato à realidade dos casos de maus tratos e intervenção precoce ao ato.