O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Na animação “Pinky e Cerébro”, ocorre a sátira na utilização de ratos para testes cintíficos, mostrando as consequências desses atos de forma mais leve. Na realidade, a questão do uso de animais em experimentos tornou-se uma grande pauta dentro da sociedade, já que essa prática fere os animais e pode ser considerada um crime contra a natureza, resultando em severas punições. Destarte, tendo em vista suas problematizações, medidas devem ser tomadas contra o uso de animais em testes científicos.

Primeiramente, a principal questão a ser analisada no que tange o tema é os maus-tratos associados aos animais. Nesse prisma, conforme analisado pelo biólogo Charles Darwin, o ser humano e os animais são semelhantes, ambos passam pelo mesmo procedimento de vida, além de sentirem dor e ter sentimentos entre os mesmos. Dessa forma, esclarece-se o sofrimento que os animais passam nesse processo, deixando sequelas em suas vidas e, possivelmente, prejudicando o desenvolvimento de próximas gerações da espécie.

Em segundo plano, o âmbito relacionado à crimes ambientais é altamente impactante e precisa ser mais visado na sociedade. Nesse sentido, alguns estados brasileiros se posicionaram em torno da temática, regulamentando normas e leis contra à prática. O mais recente foi no Rio de Janeiro, onde se tornou estreitamente proibido o uso de animais em testes e pesquisas de produtos químicas, sob pena de prisão à empresas ou cientistas independentes.

Convém, portanto, o Ministério do Meio Ambiente junto ao Ministério da Educação formentarem palestras em centros educacionais, afim de mostrar os malefícios causados nos animais e a necessidade de cuida-los de forma consciente e humana. Ademais, o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve projetar a nível nacional leis que garantam a proibição do uso de animais em pesquisas e testes científicos, conseguindo, assim, não causar mais prejuízos ambientais e mantendo toda a diversidade de animais em solo brasileiro.