O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Segundo o Conselho Nacional de controle e experimento de animais, as doses teste injetadas nessas espécies é proporcional ao seu porte, inicialmente, pequenas doses são utilizadas em pequenos roedores, e a posteriori, são feitas maiores aplicações a medida que o porte dos animais aumenta. Já algum tempo, tem-se ouvido falar a respeito da possível proibição do uso de animais em testes laboratoriais, porém, não há procedimento que substitua tal ação além do uso de enxertos de pele humana doadas pós cirugias, mas, não garantem eficáfia, os fármacos e cosméticos ainda teriam que passar por testes em humanos. Assim, é inevitável analisarmos os fatos que favorecem esse quadro.
O regulamento da Lei 11794, assegura os animais que são submetidos a pesquisas científicas no Brasil, podendo serem utiizados por instituições de ensino superior e sem que os experimentos prejudiquem sua vida, porém, o PETA se posiona contra essa prática com a afirmação de que seguir o que manda a constiruição não garante a eficácia do que é sugerido graças a instabilidade de alguns testes. Pode ser observado que as Pessoas Pelo Tratamento de Animais lutam pelo que não o podem fazer, entretanto, para os cientistas, não é uma alternativa viável abandonar a prática dos testes em modelos vivos antes de serem enviadas para o mercado pela necessidade que há em observar como o produto se comportará com o sangue, afirma o bioquímico Emanuel Guerra Filho, representanto o laboratório Startup, de São Paulo.
Ainda não há alternativas oficiais que substituam o uso de animais em experimentos científicos, todavia, foram inciadas pesquisas no laboratório Startup quanto a utilização de pele humana - constituída pela derme e epiderme - doada pós cirurgia. O problema desse tipo de experimento é a insuficiência de dados coletados, como a forma a qual as moléculas sanguíneas, como já citada, se comportariam em contato com a dose teste em vista da falta de investiemto no setor, optanto pela prioridade de tratar do modo o qual já é utilizado. Por esses e outros motivos, o uso de animais no campo da pesquisa são essenciais para a não instagnação e evolução da farmácia e da industria de comésticos no país.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater obstáculos como a desinformação e falta de investiemto. Para isso, é imprescindível que o Estado, por meio de ações sociais em conjuntura com a escola e família, - a fim de alcançar o grande público - exponham a necessidade e segurança desse tipo de teste. Para mais, por meio ainda de campanhas de arrecadação ou investimento interno, o governo deveria investir no campo científico, dessa forma, se obteria com éxito os resultados de pesquisas esperadas e, cada vez mais, essa industria teria a possibilidade de preservar a vida animal e humana.