O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Respeito com os animais Para que a sociedade contemporânea possa realizar experimentos e ter acesso a cosméticos, remédios, vacinas e até alimentos é preciso fazer pesquisas, as quais seguindo o método científico atual, precisam ser feitos testes para a validação ou refutação de hipóteses. Esses testes muitas vezes são realizados em animais para preservar a vida humana de possíveis efeitos colaterais. Mas isso abre outras questões, como, a vida animal também deveria ser preservada? O respeito a vida deveria animal deve estar acima do desenvolvimento científico?
A Declaração Universal dos Direitos dos Animais declarada em 1978 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em seus artigos 2 e 3 afirma que cada animal também tem direitos, sendo assim os animais não deveriam ser submetidos a maus-tratos e atos cruéis. O respeito a tais direitos deve estar presente nos testes científicos, que devem ser realizados sem causar sofrimento algum a seus submetidos. Mas em muitos experimentos científicos os direitos são violados, provocando sofrimento e corrompendo o que o próprio Homem propôs.
A manipulação de experimentos animais são permitidos e necessários para o desenvolvimento científico. Visto que de medicamentos para doenças graves a vacinas contra vírus letais, as Ciências Biológicas têm contribuído com o papel de salvar vidas e torna-las mais fáceis. Mas os maus-tratos e métodos cruéis de experimentação em animais são visíveis e devem ser abolidos, a fim de respeitar os animais como forma de vida, com direito a existência, ao crescimento e a liberdade.
Portanto com o propósito de garantir os direitos dos animais nas pesquisas e testes científicos, são necessários a junção dos pesquisadores e do Estado com interesse de evitar preservar e respeitar a vida animal. Os pesquisadores atuando em seus testes de forma ética e respeitosa, com o propósito de evitar ao máximo o sofrimento dos experimentados, e se possível fazendo pesquisas alternativas. E o Estado, com consciência da violência nesses experimentos, deve propagar as leis já existentes com ajuda das mídias, com interesse em evitar que tais transtornos se proliferem.