O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Desde o inicio da ciência, os animais são usados como cobaias para o desenvolvimento de experiências, apesar de ser controverso, diversos avanços na saúde humana, como também na saúde animal, foram alcançados graças a estas pesquisas. Entretanto, muitos animais sofreram para essas vitórias humanas. Contudo, é necessário uma cautelosa discussão a fim de promover uma mudança na postura das pesquisas científicas.

De acordo com o portal de noticia G1, no ano de 2013, um grupo de ativistas invadiram e resgataram cães da raça beagle do Instituto Royal. Segundo os manifestantes, o Instituto maltratava e usava os animais em pesquisas e testes de produtos cosméticos e farmacêuticos. Sendo assim, desobedecendo a Lei Auroca. Essa lei rege na utilização de uso de animais, onde restringe as atividades, permitindo apenas nas relacionadas à ciência básica, desenvolvimento tecnológico, produção e controle da qualidade de drogas.

Certamente, o Brasil até possui iniciativas positivas para evitar esses casos. A prova disso, é a lei 9.650 e a Constituição de 1988, as quais garantem que a responsabilidade e a proteção da fauna e flore do país. Entretanto, o Brasil ainda não possui um órgão específico para fiscalizar os métodos alternativos usados em laboratórios. Felizmente, alguns países jã estão mudando de atitude e refletindo sobre tal problema, como é o caso da União Européia, que desde 2009, proibiu os testes em animais para a produção de cosméticos.

Portanto, afim de amenizar o problema, a sensibilização deve ocorrer por meio de cartazes, panfletos e palestras educacionais, incentivando desde a infância a importância de cuidar e proteger os animais. Já o governo, precisa aplicar ainda mais leis, estimulando essas empresas a investirem em modelos matemáticos e computacionais no lugar desses animais.