O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil.

Em alguns casos, o uso de cobaias animais é essencial para o desenvolvimento científico. Doenças consideradas fatais podem ser eliminadas ou controladas por meio de exames laboratoriais, aumentando assim a expectativa de vida dos pacientes condenados. No entanto, como todos sabemos, este método implica sofrimento animal, que deve ser evitado. Considerando a complexidade do problema, devemos analisar os principais significados positivos dessas inspeções no Brasil, para que possamos harmonizar a integridade dos animais com o progresso médico científico.

Primeiro, precisamos esclarecer os métodos usados ​​na pesquisa atual. Os “3 R” derivados da teoria da sustentabilidade orientam os princípios básicos que a ciência animal de laboratório deve seguir. “Reduza, substitua e melhore.” A própria hipótese confirma que o método é dinâmico e se desenvolve em proporção ao conhecimento do tempo. Em outras palavras, o uso de animais em testes não é permanente ou arbitrário: use-o apenas quando não pudermos reduzir ou substituir animais, o que não significa que não possa ser melhorado.

Além disso, deve-se enfatizar que certas doenças só podem ser controladas por meio de estudos em animais. O diabetes é uma das doenças mais comuns no Brasil e sua origem pode ser rastreada desde a antiguidade. O diabetes não foi considerado fatal até 1922. Nesse caso, e no desenvolvimento da imunobiologia, inúmeras vidas foram salvas devido ao método científico das cobaias. Em vista disso, alguns cientistas acreditam que o teste em animais é melhor do que o teste em animais, porque a análise de organismos vivos complexos é mais abrangente do que o isolamento de culturas artificiais. Desta forma, o resultado é mais preciso e seguro, adequado para o propósito de auxiliar os pacientes que dele dependem.

Portanto, é óbvio que as cobaias precisam ser testadas neste momento e a pesquisa é indispensável, portanto, os animais não serão mais necessários no futuro. Nesse caso, o Ministério da Saúde tem a responsabilidade de cooperar com o Ministério da Educação para o desenvolvimento de novas pesquisas, fornecendo fundos para empresas e universidades que desenvolvem novos métodos de teste para promover a vitalidade da ciência e tecnologia.