O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
A composição cinematográfica ganhadora do Oscar 2008, de James Marsh, “O Equilibrista”, retrata a frieza do uso de animais em testes científicos. De maneira análoga, a realidade contemporânea também apresenta tal despaixão no que concerne à pesquisas com bichos. Nesse sentido, é cabível pontuar a diferença de resultados dos mesmos e humanos bem como os maus-tratos como fomentadores de tal assunto, comprometendo, lamentavelmente, a Constituição Federal.
Nesse viés a diferença de resultados intensifica a problemática, pois nem sempre os resultados escolhidos em animais são os mesmos buscados posteriormente em humanos. Para creditar tal afirmação, o site do G1 realizou um estudo no qual comprovou que 23% dos resultados de testes científicos em animais não foram os mesmos em humanos. Sendo assim, é inadmissível que em pleno século XXI, o uso de animais em pesquisas ainda seja uma realidade uma vez que não é tão preciso quanto em humanos.
Ainda nessa temática, os maus-tratos contra bichos em laboratórios é uma realidade absurda no Brasil atual mesmo com a lei 9.605, que pune tais atos. Segundo o filósofo Arthur Schopenhauer “animais não existem para nosso uso”, porém, o cenário braseiro se opõe a essa citação devido ao uso desses inocentes em pesquisas. Assim, tal vergonhosa realidade gabarita-se como um pungente desafio frente à resolução dessa triste anomalia social.
Relativamente a esse sério dilema social, urge, por conseguinte que o Governo Federal tome medidas urgentes por meio da interrupção do investimento em empresas que utilizam animais como cobaias para seus experimentos, pois não são todos os resultados em animais que servem para os humanos. Outrossim, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente fiscalize com mias vigor o Art. 32 da Constituição Federal que garante a proteção dos animais. Feito isso, o uso de animais em pesquisas e testes científicos deixará de ser um problema no cenário atual.