O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
Um dos principais motores do avanço da ciência é a curiosidade humana, descompromissada de resultados concretos e livre de qualquer tipo de tutela ou orientação. Entretanto, a ciência deve ser testada e comprovada, abrindo portas a uma questão importante. O uso de animais em testes científicos deve ser permitido?
Nas últimas décadas, a busca pelo bem estar dos animais vem sendo prioridade. O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) tem o objetivo de regularizar e aprovar o uso de animais em pesquisas e estudos. Toda vez que um cientista vai realizar um experimento com animais, ele deve submeter um projeto que segue as normas da Concea, e só poderá iniciar os estudos após a aprovação recebida.
No Brasil, um avanço importante para a pesquisa cientifica ocorreu com a aprovação da Lei 11.794 de outubro de 2008, conhecida como Lei Arouca, que regulamentou a criação e a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa científica no país. A nova lei obrigou as Instituições de Pesquisa a constituírem uma Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA).
Um meio de acabar com a utilização de animais em pesquisas, principalmente na área de cosméticos é a utilização de materiais sintéticos que simulam a pele humana. Já na área da saúde, pode se utilizar modelos matemáticos e computacionais, além de técnicas in-vitro com tecidos humanos.