O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/04/2021
O uso de animais com objetivos científicos é uma prática comum que vem sendo empregada desde a antiguidade. Evidentemente, isso possibilitou várias conquistas, como por exemplo, a descoberta da penicilina, do anticoagulante e da anestesia. Entretanto, muitos animais sofreram horrores para essas vitórias humanas.Contudo, é necessário uma cautelosa discussão a fim de promover uma mudança na postura das pesquisas científicas. É preciso,em primeiro lugar, lembrar que foi por meio dos estudos biológicos, os quais fizeram a comprovação de que animais não humanos, incluindo todos os mamíferos, aves, peixes e polvos possuem substratos neurológicos que geram consciência e comportamentos intencionais, isto é, eles podem sentir o medo e a dor.Diante desse fato, muitos ativistas não suportaram a bestialidade a qual os cachorros da raça “Beagles” estavam sofrendo, por isso não pensaram duas vezes e destruíram o laboratório do Instituto Royal, em São Paulo. Certamente, o Brasil até possui iniciativas positivas para evitar esses casos. A prova disso, é a lei 9.650 e a Constituição de 1988, as quais garantem que a responsabilidade e a proteção da fauna e flora e do país.Todavia, o Brasil ainda não possui um órgão específico para fiscalizar os métodos alternativos usados em laboratórios. Felizmente, em alguns países já estão mudando de atitude e refletindo sobre esse problema,como é o caso da União Européia, que desde 2009, proibiu os testes em animais para a produção de cosméticos. Além disso,existem um projeto no congresso que eliminará o uso de chimpanzés,gorilas e orangotango em pesquisas.