O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/04/2021

Devido a necessidade de testar produtos para a segurança humana, se criou o costume de fazer uso de animais com aspectos biológicos semelhantes. Porém com o desenvolvimento do pensamento ético, percebeu-se que a prática precisa de limites para manter o respeito à vida, mesmo que de outra espécie. E ao longo dos anos no Brasil, foram-se criando leis para apoiar tais ideias.

Como a lei de Nº 11.794, na qual declara que o uso de animais para fins científicos é restrito para as espécies classificadas como filo Chordata e subfilo Vertebrada, além de outras especificações. Assim regulamentando o uso de cobaias a fim de diminuir o sofriemento dos envolvidos, já que não é possível haver consentimento dos animais, mas o uso permanece indispensável.

Porém devido a falta de fiscalização rígida e efetiva, diversos laboratórios com práticas ilegais permanecem ativos e seus produtos são consumidos pelo público alienado. Como é o caso de marcas como NARS, L’Oreal, MAC, Maybelline e diversas outras. E apesar de 41% da população brasileira ser contra testes em animais, de acordo com uma pesquisa conduzida pelo instituto Datafolha, o público geral nem sempre está ciente das ações dessas empresas.

Portanto, é preciso que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) em junção com o Governo Federal apurem dados e criem leis rigorosas, assim como reenforcem a implementação delas em laboratórios, aumentando a fiscalização rotinária para que o Brasil caminhe para um futuro livre de crueldade com cobaias.