O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 02/05/2021
O curta metragem do coelho Ralph se tornou destaque nos últimos meses. Produzido nos Estados Unidos, relata de maneira irônica os modos como são tratadas as cobaias em experimentos de cosméticos. Contudo, ocorreram diversas postagens nas redes sociais alertando e influênciando o não uso de marcas que reproduzem maus-tratos em prol da beleza. Nesse prisma, aspectos como o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil e o lucro a partir da violência, devem ser discutidos para que haja a mitigação desta problemática
É indubitável salientar, a cultura imposta pela sociedade em relação ao uso de animais que muitas vezes podem ser considerados domésticos, e a ignorância em vedar seus olhos sobre a origem dos produtos de embelezamento. Apesar disso, existem diversos ativistas que defendem a causa dos animalejos e rejeitam o uso em experimentos como objetos de estudos.
Outrossim, de acordo com a Lei Arouca sancionada dia 8 de maio de 1979, regulamenta o uso dos animais para fins científicos priorizando a saúde e a exclusão dos maus-tratos seguindo a linha ética dos profissionais. Entretanto, com o intuito de valorizar a ambição sob os lucros obtidos a lei nem sempre é regída de forma correta.
A fim de atenuar este fato, é importante criar novas medidas para que o uso de cobaias seja dispensados. Portanto, a Anvisa em parceria com os laboratórios valorizar métodos modernos sobre tecidos e células cultivadas in vitro, como forma de humanizar a vida dos seres vivos. Ademais, a mídia, principal veículo formador de opinião, divulgar marcas por meio de propagandas e postagens nas redes sociais, com a finalidade de informar o leitor as principais marcas que consideram meios mais evolutivos e menos cruéis. Para que, o curta metragem sobre a vida do coelho Ralph não seja uma realidade nos dias atuais com tantos avanços tecnológicos.