O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 10/05/2021

É de conhecimento de todos que, com o advento dos avanços científicos, é visto a utilização de testes em animais em função de beneficiar as necessidades e condições de saúde mostradas na sociedade contemporânea. Tendo em vista que possuímos novas formas de constatação, é visto a falta de ética profissional afim da validação dos experimentos para que preserve o ser humano desses testes crueis.

No Brasil, a Lei de Crimes Ambientais passou a criminalizar os maus-tratos aos animais em 1998, fortificado pela Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proposta em 1978. Contudo, a contínua experimentação de cosméticos, medicamentos e vacinas nos animais tem se destacado nos ultimos 29 anos, mostrando a eficácia desses testes, porém, ultrapassando os valores éticos e morais na preservação da vida animal em benefício para o ser humano, já que testes realizados em humanos, em sua maioria, falham, colocando em risco a saúde da sociedade cercada de diversas doenças e da necessidades de embelezamento.

Entretando, novos métodos eficientes foram desenvolvidos com o intuito de, além de promoverem a fim dos testes em animais, mostrarem que há novas maneiras de continuar com os avanços científicos, preservando toda a vida. No Brasil, os testes reconhecidos pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), dentre elas, a cultura in vitro de células humanas para experimentação de medicamentos utilizando inteligência artificial na análise desses efeitos.

Com isso, é necessário que o Governo da Educação proponha a discussão das questões éticas e morais impostas no experimentação de animais em processos científicos. Além disso, é importante o Ministério da Ciência, Tecnologia e inovações impeçam a produção de experimentos de testes em animais em território nacional e tragam esses novos métodos para os pesquisadores brasileiros.