O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/06/2021

Durante a guerra fria, época de muito medo, mas, ao mesmo tempo, muita inovação, decorrente das corridas em busca de novas tecnologias. Sendo assim, experimentos em animais foram a alternativa encontrada para testar novos produtos estéticos, produtos de limpeza, remédios e vacinas. Mas, a crueldade perante os animais não foi levada em consideração e, por esse motivo, atualmente, há uma banalização em relação a essa forma de malstratos em animais.

Em primeira análise, é importante ressaltar que os animais são criaturas que não tem como defender ou lutar pelos seus direitos. Dessa forma, o uso de animais para fim vem sendo bastante questionado com a eficácia desses testes para os humanos e as possíveis reações que esses testes podem prever. No curta, “Save Ralph”, é possível observar o “lado” do animal quando usado dessa forma, além de ser notória a injustiça que eles fornecem com práticas e testes dolorosos que tem como padrão o beneficiamento de pessoas.

Entretanto destaca-se o caso da Laika que foi enviado para o espaço e morta no processo. Em consequência disso, ocorrendo o que Durkeim chama de “Patologia social”, isto é, quando uma legislação existe, todavia, não idade com vigor, assim, o Poder Público deve cumprir o “Contrato social” de John Locke. Tomando como norte, é necessário uma solução para o problema.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Órgãos junto ao governo, deve-se criar um plano, em que experimentos de laboratórios e outros, sejam proibidos em quaisquer seres vivos, por meio de criações de novos modelos de testes em que não afete e nem causar problema para os seres. Assim, pode se garantir de forma viável que os animais não sofram mais com problemas como esses, buscar uma tranquilidade na sociedade dos animais.