O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 21/06/2021

Durante a Segunda Guerra Mundial, na Alemanha, o movimento nazista realizou uma série de experimentos cientificos utilizando cobaias humanas detidas nos campos de concentração, causando muito sofrimento e óbitos. Assim como, o povo judeu não pôde se defender das crueudades feitas pelos médicos alemães, pequenos animais, criaturinhas indefesas, são submetidas à posição de cobaia em pesquisas cientificas para a produção de medicamentos, cosméticos e outros diversos produtos quimicos. O uso de seres vivos em testes científicos é um ato extremamente maldoso de insensível que deve ser substituído.

Os bichinhos vivem fora de seu habitat natural e são submetidos ao sofrimento. Assim como retratado no curta-metragem “Salve o Ralph”, que expõe alguns dos experimentos do ponto de vista da cobaia, o coelho. O animal destinado a testes científicos, é criado em viveiros sem contato com o exterior do laboratório, o que inclui seu ambiente natural, e geralmente são sacrificados após o estudo. Esse método antiquado vem matando ratos, macacos e coelhos desde o século XIX e deve ser alterado por um sustentável que não afete a fauna de maneira direta, como modelos de computador.

Além disso, é importante ressaltar que grande parte do público consumidor desconhece os métodos cientificos de tortura em bichinhos usados para desenvolver determinado produto. Essa parcela contribui para que grandes empresas, como Dove e Avon, continuem praticando atos de crueldade para desenvolver suas mercadorias. Felizmente, nas prateleiras dos supermercados é possível diferenciar os produtos que não fazem dos que fazem testes em animais através de um selo, “cruelty free’’, contido no rótulo da embalagem.

Contudo, devem ser tomadas medidas para substituir o uso de animais em pesquisas e testes científicos. É responsabilidade do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) agir em defesa desses animais, criando normas rígidas que obriguem as grandes empresas a não utilizarem esses seres como cobaias em laboratório e fiscalizando-as. Para que essa mudança seja efetiva, o público consumidor e lojas de revendas, como mercados e perfumarias, deve contribuir dando preferência às marcas que defendem a ideia principal.