O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 21/06/2021

Há tempos que a indústria cosmética utiliza da vida de animais para realizar testes dermatológicos. Condicionadores, desodorantes, maquiagens e todos os produtos relacionados à beleza e estética passam por alguns processos para determinar se será aprovado ao uso humano ou não. Os testes em pequenos seres vivos como coelhos, ratos e cachorros são extremamente dolorosos já que não há nenhuma preocupação com a vida animal e muitas vezes nem o próprio consumidor tem conhecimento de tais ações. Com isso, torna-se de grande importância a análise da problemática.

Primeiramente deve-se levar em conta, a despreocupação das grandes empresas em relação aos testes em seres vivos. Um exemplo que atualmente utiliza dessa prática é a Nivea, uma das maiores indústrias fabricantes de cosméticos e vertentes. Essa e milhares de outras companhias optam por continuar testando produtos em animais, sendo que já há solução para isso. O teste “in vitro” é cientificamente comprovado e simula a pele humana possibilitando testes sem a utilização de pequenos seres.

Segundamente, é necessário que o conhecimento sobre tais empresas chegue à todos os compradores, já que na maioria das vezes estes não sabem o que realmente acontece por trás das indústrias. A organização The Humane Society of the United States divulgou meses atrás um vídeo animado feito em maquetes, simulando como seria a vida de animais que são utilizados em testes cosméticos. O personagem retratado na animação é Ralph, um coelho que foi praticamente torturado para garantir que os produtos de beleza sejam “saudáveis” aos humanos.

A partir dos fatos apresentados, é de extrema necessidade que tal problema seja resolvido. O Estado, por meio do Ministério das Comunicações deve promover propagandas publicitárias para que os compradores boicotem as empresas que não adotam os testes “in vitro”. Com isso os testes em seres vivos irão acabar rapidamente.