O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 27/10/2021
Na curta-metragem “Save Ralph” conta a história de um coelho cobaia, que serve para testes de substâncias que serão utilizadas em produtos. Nesse contexto, o uso de animais em experimentos científicos, contínua presente em nosso mundo. Sob essa perspectiva, a razão motivadora, como o uso de cosméticos para testes em animais no mundo, deve ser mudada sem morosidade.
Sob esse viés, o uso de animais em pesquisas e experimentos médicos vem sendo aplicado há muitos anos. Dessa maneira, estatísticas dos EUA estimam que, em 2016, o número de animais de laboratório utilizados em pesquisa foi de 820.812. Dessa forma, quase todos os remédios, dispositivos médicos, procedimentos cirúrgicos e terapias que temos hoje foram obtidos através de testes e pesquisas em animais.
Ademais, os bichos são imprescindíveis para os experimentos, pois sem eles não há como desenvolver novos remédios e tratamentos para a sociedade. Nessa perspectiva, nota-se que a ANVISA (Agência Nacional e Vigilância Sanitária) não exige que cosméticos sejam testados anteriormente em animais, sendo estes não fundamentais para a validade daqueles. Consoante a isso, nem todas as empresas utilizam animais para testes científicos ou médicos, como a Natura que utiliza métodos alternativos eficiente.
Infere-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir o uso de animais em pesquisas científicas no Brasil. Logo, cabe ao Ministério da Saúde criar métodos alternativos como: produtos vegetarianos, a fim de que não usem animais para experimentos científicos. Assim, o uso de cosméticos em animais não será uma realidade apresentada na sociedade, como visto na curta-metragem.