O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 23/06/2021
Em 2008 foi sansionada a Lei Arouca, que visa regulamentar a utilização de animais para a experimentação da ciência. Ela estabelece o processo de eutanásia somente no procedimento em que o animal sinta dores com muita intensidade. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que a lei prega, pois inúmeros cientistas fazem o uso incorreto dos animais, colocando sua vida em risco, e isto acaba dificultando o cumprimento da lei. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Em primeiro plano, é fulcral pontuar que desde Antiguidade, pode-se observar o uso dos animais em experimentos. Segundo, o Wikipédia, o filósofo francês Renê Descartes concluiu que os animais não têm alma, por isso não sentem dor e são irracionais, afirmando que os maus tratos não eram algo errado. Portanto, mesmo com o avanço da tecnologia e outras alternativas, ainda é visto com frenquência esse tipo de experimento que gera nos animália profundas consequências, deixando-os muitas vezes em estados críticos, após a realização desses procedimentos. De acordo, com o G1 uma pesquisa feita pelo o Datafolha, a pedido do (ICTQ), revelou que 41% dos brasileiros discordam dessa prática, evidenciando que uma grande parcela da população é contra esse procedimento. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura científica.
Em segundo plano, vale salientar que atualmente existem uma série de alternativas que podem ser usadas para substituir os animália, um exemplo é a impressora 3D que ainda está em desenvolvimento. Nesta técnica são utilizadas células humanas após incubadas são expandidas em vidros podendo substituir o tecido humano e o animal. Dessa forma, vale ressaltar que esses remédios testados em animais não são totalmente eficazes, pois o organismo animal é diferente do humano, portanto já, ocorreram casos dos remédios não causarem efeitos colaterais nos animais, mas causaram no ser humano. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessa problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar o uso dos animais em laboratório para pesquisas, necessita-se, urgentemente, que os órgãos governamentais, direcione capital, que por intermédio do ministério da ciência e tecnologia, será revertido no investimento de meios que possa substituilos, como impressoras 3D, in vidro, entre outros. E, que o governo como principal órgão responsável por solucionar esse óbice deve acomenter essas ideias, para que futuramente esse problema seja uma mazela passada na história brasileira.