O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 05/07/2021
Parafraseando uma fala do doutor Jonh pippin, é um grande erro usar animais para estudar doenças humanas e testar drogas. Esse problema é decorrente há muitos anos e se dá basicamente pela visão direcionada aos animais como objetos, tornando-os submissos aos humanos, e também pela falta de empenho para desenvolver novos métodos de estudos. Desse modo, torna-se imprescindível desenvolver meios que resolvam as problemáticas.
Em primeira análise, cabe mencionar que os animais são seres sencientes e objetifica-los é cruel. O filme 101 dálmatas tem seu enredo ao redor de um roubo realizado por Cruela, que visava sequestrar os cachorros para fazer seus tapetes; infelizmente, cenas assim não se fazem presente apenas na ficção, já que constantemente são observados animais sendo utilizados para suprir e satisfazer vontades humanas, o que reflete diretamente em problemas como o uso clandestino de animais. Por isso, é necessário buscar soluções para as adversidades.
Ademais, vale salientar que com o nível de tecnologia existente, já poderia haver meios de realização de procedimentos científicos que deixassem de lado os maus-tratos aos animais, embora vendo uma facilidade em usá-los faltam iniciativas para migrarem para novas criações eficientes, tendo em vista que nenhum humano se submeteria a ser cobaia de laboratório para testar novos produtos.
Depreende-se portanto a necessidade de resolver tal empasse. Por isso, cabe aos governadores sancionarem leis que pretendam proibir tais usos, juntamente com a ajuda de cientistas que estudarão e concretizarão meios eficientes, por meio de investimentos e recompensas a novas ideias, em prol de garantir o bem-estar animal. Atrelado a isso, campanhas com o propósito de exibir o teste em animais além do rótulo, conscientizando as pessoas do sofrimento, para evitar que continuar havendo demanda em produtos superficiais, irá ajudar a amenizar e posteriormente dar fim ao problema.