O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 05/07/2021

Há muitos anos os animais são utilizados para pesquisas em áreas de cosméticos, vestuário e produtos imunobiológicos. Contudo, estes testes aos quais são relatados é uma forma de exploração e maus tratos, que causam sofrimentos bichos. Logo, medidas devem ser apuradas para que eles sejam evitados ou feitos de maneiras não agressivas.

Em 1959, o zoologista William MS Russell e o microbiologista Rex L. Burch publicaram um livro em que estabeleceram os três R das pesquisas em animais: substituir, reduzir e refinar. Para eles, a substituição de animais em experimentos científicos já avançou muito, e que no lugar deles poder ser usados ​​culturas de células, simuladores e modelos matemáticos.

Atualmente, muitos pesquisadores estão à procura de maneiras de reduzir o uso de animais em pesquisas. Uma dessas alternativas é uma cultura de tecidos, que consiste na utilização de células e tecidos cultivados in vitro. Os resultados podem até ser mais relevantes e reprodutíveis, uma vez que o controle do experimento é maior e mais fácil, além de se aproximar mais das características humanas e reduzir o uso de seres vivos em testes.

Portanto, cabe ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), apresentar mais métodos de pesquisa que não seja  necessário causar qualquer sofrimento, ferimentos ou traumas psicológicos nos animais. Além disso, devem também aumentar mais ainda a fiscalização, para que tenham a certeza de que nenhum bicho é vítima de maus tratos ou exploração.