O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 12/11/2021
A aplicação de animais para adquirir de esperiencia é um meio científico que vem guiado o desenvolvimento da ciência desde a Grécia antiga. Entretanto, a utilização excessivas dos animais por muitos representantes da comunidade científica vem motivando discussões de caráter ético e científico, envolvendo profissionais oriundos da área biomédica e afins, assim como da filosofia moral, que buscam garantir ações eticamente adequadas para com esses seres sensientes e estabelecer limites para essa utilização. Os critérios de alternativas apresentam privilégios como o custo menor. Segundo Octávio Presgrave, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e coordenador da Comissão de Alternativas do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea), estima-se que o método alternativo, em média, custe cerca de 30% do valor da pesquisa em animais. Dessarte, outra vantagem é a economia de espaço. “Para se criar e manter animais, é necessária toda uma estrutura de biotério, como estantes, caixas, alimentação, comando do ambiente e etc”, esclarece o pesquisador. As desigualdades são poucas, mas especialistas aparam ademais, em alguns feitos, a insistência de uma interação de substâncias teste com um organismo vivo pode pertubar os soluções. " Mas, neste caso, o avanço do conhecimento científico vai acabando eliminando esse fator", diz Presgrave. A ética amplia a compreensão dos procedimentos científicos em razão das crueldades e abusos decorrentes da utilização de seres vivos no âmbito experimental. Nesse sentido, surge a necessidade de construção de conhecimentos sobre a experimentação animal, permeando informações que permitam compreender as implicações éticas do uso de animais em pesquisas. Contudo, dadas as atrocidades cometidas na prática experimental animal, muitas vezes devido a gostos individuais e econômicos nos quais a vida de outro ser é tratada como instrumento a ser descartado sobre qualquer situação, torna-se imprescindível compreender a experimentação animal como um fenômeno sintomático do desequilíbrio entre natureza e humanidade.