O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/11/2021
Segundo pesquisadores, o uso de animais em testes científicos é uma ferramenta vital para o crescimento da confirmação científica de que os produtos estão prontos para uso. Entretanto o uso dos animais deve ser feito da forma correta evitando maus tratos desnecessários
Embora seja esse um método eficiente, ainda é extremamente violento, por isso, é necessário que haja algumas mudanças nas formas que os testes são feitos. Todavia é notável que abolir o uso dos animais é uma atitude até então impossível, apesar de existirem alguns estudos inovando na forma de realizar o procedimento, ainda não estão totalmente formados ou prontos para uso.
Por conseguinte, diz Silvana Gorniak, pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, “O uso de animais em experimentos não é opcional. Existem situações em que os animais, simplesmente, não podem ser substituídos”, que realiza pesquisas com roedores para estudar o potencial terapêutico e tóxico de diversas substâncias naturais. Contrariando a opinião de Silvana Gorniak, Dr. John Pippin, especialista em cardiologia nuclear, diretor de assuntos acadêmicos do Comitê de Médicos por uma Medicina Responsável, afirma que os experimentos com animais podem ser detidos neste mesmo momento e sem custo nenhum para o avanço científico. Pippin considera que a utilização de animais em testes de laboratórios não apenas contradiz a ética, como também é um erro grave.
Em vista de que o uso dos animais nos testes é um assunto que diverge opiniões, contudo os estudos continuam sendo extremamente violentos. Pode-se chegar a conclusão de que o estado deve adiantar os estudos, tentando assim utilizar outra forma de testar os devidos produtos. Os chamados testes “in vitro” têm se mostrado uma das alternativas mais acessíveis para evitar o uso de animais em laboratório.