O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/11/2021

Ainda que a Lei Federal 9.605/98, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais, elaborada em 12 de fevereiro de 1998 assegure que cada animal tem direito ao respeito e à proteção, o atual cenário brasileiro apresenta nítida violação a essa garantia, já que muitas empresas fazem uso de animais em testes, o que aumenta o índice de ocorrências. Desse modo tem em destaque a escassez de adeptos que se opõem a esses tipo de experimento, bem como a falta de ética e moral do homem.

O uso de animais em pesquisas mantém uma cultura forte, tendo em vista que os primeiros experimentos foram realizados nos séculos XVIII e XIX, assim sendo inegável a importância dos animais em estudos científicos ao longo da história da humanidade, como foi no caso do experimento de Louis Pasteur no século XIX. Contudo, graças ao avanço da ciência, estudos comprovam que os animais são sensíveis a dor e podem adquirir transtornos psicológicos, por essa razão nos dias de hoje prevalecem cientistas que lutam pela causa animal em busca de tecnologias que possam posteriormente vir a substituir o uso de animais.

A cultura de células e tecidos é uma alternativa muito eficiente que levou a avanços científicos significativos, além de ao utilizar células e tecidos cultivados in vitro os resultados também podem ser mais relevantes e reprodutíveis, uma vez que o controle do experimento é maior e mais fácil, além de se aproximar mais das características humanas.

Logo,para que o uso de animais em experimentos seja cessado, o Ministério do Meio Ambiente deve estimular a população a pesquisar sobre as empresas e produtos que utilizam os animais como cobaia, colocando pressão no CNPq e forçando o estimulo e desenvolvimento de novas alternativas que substituam o uso animal, como os estudos em células tronco e em tecidos sintéticos.