O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 18/11/2021
Na obra “Monalisa” de Leonardo Da Vinci, o pintor aponta a necessidade de um equilíbrio existente entre a natureza e o homem. Contudo, se faz notório no Brasil contemporâneo que tal equilíbrio não é realidade, visto que regularmente animais são utilizados em pesquisas e testes ciêntificos que não agregam nenhum resultado significativo.
A princípio vale salientar que os testes nem sempre possuem eficácia. Segundo o Projeto Esperança Animal (PEA), as pesquisas ciêntificas realizadas em animais não são seguras, tendo em vista a grande diferença biológica entre o organismo deles e o nosso. Tal fato fica exposto ao observarmos a Talidomida, medicamento que foi testado em animais por volta dos anos 50, e cormercializado e indicado para aliviar os enjoos sentidos na gravidez. Como consequência, inúmeras crianças nasceram com má formação, uma vez que o remédio é toxico para grávidas.
Posteriormente, também é importante ressaltar que a realização de experiências científicas em animais coloca em questão a ética humana, uma vez que propaga a crueldade. Segundo William Russel, um dos pesquisadores responsáveis pela criação dos princípios que susbstituem animais em pesquisas, o sistema nervoso do grupo analisado é bem similar ao humano. Assim significando que durante os experimentos os bichos em questão sentem dor extrema, e mesmo assim o procedimento é ininterrupto.
Diante do exposto, evidencia-se a que a utilização de animais em pesquisas e testes ciêntificos no país é um problema a ser coibido. Sendo assim, cabe ao Governo Federal, orgão regulador da sociedade, a partir de meios digitais e televisivos, realizar campanhas de conscientização às massas populares como intuito de reduzir o uso desses e enfraquecer as empresas que compactuam com essa prática. Só assim o equilibrio anteriormente proposto por Da Vinci poderá ser conquistado.