O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/11/2021

O desenvolvimento da ciência, em toda a história da humanidade, nunca ficou isento de questionamentos éticos. Em relação aos teste com animais, não é diferente. É preciso, pesar como consequências positivas e negativas esses testículos, no sentido de amenizar o sofrimento dos animais.

Antes de debater os teste com animais especificamente, é preciso, porém, esclarecer que toda a história da ciência foi marcada por princípios. Por exemplo, na idade média era considerado antiético fazer pesquisas com cadáveres humanos, porém, por meio de um debate racional entre os cientistas e a sociedade, chegou-se à conclusão que a devida prática poderia ser desenvolvida sem objeções.

Ainda hoje os princípios abalam a ciência. Um bom exemplo disso é a polêmica dos testes com animais. E tal polêmica não é julgada de leve, visto que os testes interferem sem direito à vida dos animais, além de causar dor física e claramente danos a seus organismos.

Entretanto, por meio de tais testes são descobertas diversas vacinas para doenças que abalam a humanidade. Além disso, os humanos que também passam por testes científicos ficam mais seguros, visto que aquelas substancias que irão consumir já foram previamente testadas em outros organismos. Percebe-se portanto que o número de vidas humanas salvas como consequência de tais testes é bem maior que o número de animais que reencontra com eles.

Sendo assim, percebe-se que de fato os testes científicos causam sofrimento nos animais, ocasionando neles danos permanentes e até mesmo o óbito. Porém, é preciso que os laboratórios mantenham tais testes, com uma comunidade aperfeiçoando os, de modo a amenizar o sofrimento animal e ao mesmo tempo não impedir o desenvolvimento de formas essenciais para a vida humana.