O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/11/2021

São cada vez mais comuns as manifestações públicas e organizadas de repúdio aos testes em animais. Na Itália, milhares de pessoas foram às ruas e conseguiram fechar um biotério (lugar que “fabrica” animais) com mais de 2.500 cães da raça Beagle que seriam usados para testes farmacêuticos.

Em primeiro lugar, é indispensável não citar que teste em animais não são eficazes. O pesquisador Renato Ivan de Ávila, vencedor do Prêmio Internacional Lush Prize, disse “São modelos que falham, ou seja, não trazem resultados confiáveis. Como dizem pesquisadores de referência na nossa área, o homem não é um camundongo de 70 quilos e, por isso, há diferenças entre o organismo do homem e de outros animais.” deste modo é nítido que os testes em animais não são eficazes, então, não há razão para realizá-los.

Em segundo lugar, também é importante destacar que testes em animais quebra a ética humana, devido manter-se a crueldade e desumanidade. De acordo com pesquisadores os animais possuem o sistema nervoso similar ao de um humano, assim, os bichos utilizados sente dor exageradamente. Essa veracidade é comprovada na animação Save Ralph, idealizada pela Humane Society International.

Diante disso, fica nítido que a utilização de bichos em pesquisas seja um problema, e por isso deve ser restringido. Consequentemente, cabe ao governo realizar campanhas de conscientização sobre a imprestabilidade de produtos testados em animais e ao poder legislativo de proibir pesquisas em animais e multar laboratorios que persistirem com essa crueldade.